Agora, a curiosidade.
Por mais que se tente tornar complexa a discussão,
por mais que se tente entender ou posicionar-se a respeito do “movimento”, há
se render aos seus efeitos fantásticos. Há um corre-corre, um senso de urgência
entre a classe política, no mínimo, “bonita” de se ver.
Nenhum destes senhores que detém o poder (será?) quer correr
o risco de ter um exército de rebeldes motivados diante de suas casas. O
esforço, portanto, é para salvar a própria pele, e tentar não deixar escapar
votos neste momento tão crítico.
Aliás, como serão as próximas eleições. Em que nível teremos
protestos e manifestações durante o horário eleitoral, e durante o pleito em si?
Haverá votos de protesto? Elegeremos as mesmas raposas?
Talvez meus medos venham sendo substituídos por curiosidade.
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