Vida dura
Tanta coisa sobre o que refletir ou opinar, mas, nem sempre, a inspiração acompanha o ritmo dos fatos. De qualquer forma, talvez para exercício da capacidade de síntese, em relação aos últimos acontecimentos, seguem algumas coisas.
Com a viagem ao Uruguai providencialmente adiada para o próximo sábado, e, depois de uma semana de intenso trabalho, e significativa tensão, o feriado de Páscoa foi muito bem-vindo.
Costumo dizer que tenho o privilégio de ter irmãos mais que irmãos, amigos. E outro, de ter amigos, mais que amigos, irmãos. Final de quinta-feira, um churrasquinho básico (sempre muito divertido) na residência do meu amigo-irmão-aniversariante Paulo Henrique. A mistura entre Serra Malte e Heineken, associados à intensidade da semana, acusaram o golpe. Precisei da sexta-feira santa, quase que integralmente, para me recuperar. Vida dura.
O sábado, já estava programado. Com ilustríssimas companhias, inclusive da linda Lucía, minha sobrinha catalã, estivemos enfrentando a serra gaúcha e o eixo Gramado-Canela-hiper-lotado. Destaque para o almoço na Cantina 28, e a polenta aos quatro queijos. Sábado de sol, com a família, é sempre muito bom. Vida duríssima.
Finalmente, o reflexivo e ensolarado domingo de páscoa, mereceu mais uma sessão de "slow-food", à borda da churrasqueira "dos Marquardt". Salsichão, linguiça, coração de frango, vazio e costela. Maionese da Sinara, sempre diferenciada. Caipirinha a beira da piscina. Cerveja de litro. Vida dura demais.
À tarde, sessão futebol, com meus irmãos-amigos-atletas profissionais. Numa tela, Guarani e Atlético de Sorocaba. Na outra, Joinville e Avaí. O Cássio, enfrentando muitos desafios em São Paulo, mais uma derrota do Guarani. O Rafa, destaque nos jornais de Santa Catarina, com um bonito gol contra seu ex-clube, o Avaí. O bom de ter irmãos gêmeos é poder ter estas compensações. Talvez, próximo final de semana, os resultados se invertam. Neste caso, a vida é dura mesmo.
Foi um bom final de semana, pra variar sem muitas pretensões, mas, de toda forma muito bom. A páscoa sempre me remete à reflexões não corriqueiras, mas, as farei oportunamente. Confesso que não estava muito "inspirado" para escrever. De toda, forma, acho que serve como "registro histórico", e demonstração de disciplina, difícil disciplina.
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