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Mostrando postagens de maio, 2013

Liberdade Permanente

No dia de ontem a Justiça concedeu liberdade provisória a alguns acusados, presos preventivamente, indiciados e responsabilizados pelas 242 mortes havidas em janeiro na boate Kiss, na cidade gaúcha de Santa Maria. Houve completa e generalizada comoção local, especialmente dos familiares das vítimas.  Houve agressões verbais e físicas, tanto aos indiciados, quanto aos seus advogados. Lembrando que tanto a prisão era preventiva, quanto a liberdade é provisória.  Não há condenação, não houve ainda processo penal, de forma que, os limites do "aprisionamento" foram esgotados, respeitando-se as garantias constitucionais do processo penal. Os presos, envolvidos no caso, foram apenas alguns, enquanto outros, estão, e estarão impunes. O caso em si é uma sucessão de eventos, num sincronismo macabro que resultou naquela tragédia. Eventos não! Negligências. Ou, talvez pior, conivências deliberadas em função de eventuais vantagens escusas. Ora, imaginar que o vocalista que acende...

Noite reparadora

A primeira coisa que nosso colega do TI nos fala, quando algum problema em nossas máquinas nos perturba, é: "você já reiniciou seu computador?". Ponte Que Partiu! Para o pessoal da informática, boa parte das soluções estão no " reset ", estão no reinício.  Faz sentido, apesar de isto me irritar eventualmente. Agora, vejamos o corpo humano.  Sinto-me, às vezes, reiniciando-o.  Uma longa e reparadora noite de sono, sem pressa para acordar, sob as cobertas, frio lá fora. Muitos males, são resolvidos.  O desconforto da noite anterior vai embora, e muitas dores, simplesmente somem. É na calada da noite, ao "reiniciarmos" nosso corpo, que muitas coisas acontecem.  Dizem, não sei, que à noite, as crianças e jovens liberam o hormônio do crescimento. Talvez por isso, os bebês durmam tanto. E que bom que durmam. A cidade de Porto Alegre, assim como os bebês, precisa liberar mais "hormônios do crescimento". E crescer! Foi o que aconteceu na mad...

Desistência Cruel

Ele encheu a banheira com água bem quente. Havia comprado, especialmente para ocasião, um sabonete líquido à base de glicerina e mel. Associado às velas aromáticas, de longa duração, pretendia impedir que o cheiro de sua morte se espalhasse pelo prédio. Ritualisticamente se despiu, imergiu lentamente. A bossa nova tocava ao fundo. Gostava de rum. Gole por gole foi tomando, um a um, os comprimidos que fariam com que dormisse tranquilamente, para nunca mais acordar. O parágrafo acima é fruto da minha imaginação. De real, apenas a triste notícia de que, hoje, um de nossos clientes optou por encerrar sua própria vida. Não sei como foi. Não tenho grandes notícias. Não é algo que se divulgue. Ninguém sabe ao certo. Funcionário público. Estabilizado. Sem maiores preocupações. Simplesmente decidiu deixar a vida. Haja coragem para cometer suicídio, dirão alguns. Pois julgo a maior covardia! Ora, quem sou eu para julgar. Retifico-me. Penso que causar a própria morte seja o ato dese...

Sem gols.

O centroavante vinha com a bola dominada. Sujeito habilidoso, disputado pelos grandes clubes europeus, ídolo em todo o país. À sua frente, antes da meta e seu goleiro, o zagueiro. Tantas vezes já falei de zagueiros. Toda a vantagem está com quem domina a bola. É dele a iniciativa dos movimentos.  Ao zagueiro cabe cercar. Mas, o cerco não é de frente, nem de lado. É em diagonal. Pernas flexionadas, como se preparasse para uma largada de atletismo. O artilheiro mira as pernas do adversário, dança de um lado, de outro, faz da bola uma bailarina sobre o gramado. O marcador precisa dar o "bote", mas sabe que pode errar, ou ser driblado, e precisará correr. Como uma serpente encantada, vai de um lado ao outro.  Num único lance, como um malabares, é vencido pelo driblador. Mas, não desiste. Arranca em disparada. Sabe que agora a desvantagem aumentou. Não restam alternativas. Apenas uma chance antes do gol inevitável. Sabe que não pode errar.  Todas aquelas vozes, to...

Nosso Pequeno Amigo

Na minha casa sempre houve cães ferozes. Faziam parte de um complexo sistema de segurança criado pelo meu avô: muitas grades, muitas chaves e um cão bravo! Aliás, cachorros se acham, ou se ganham, nunca se compram. Vira-latas! Clássicos vira-latas. Comem de tudo, tomam banho de mangueira, jamais visitam "estéticas", e vão no veterinário em último, último, mas último caso mesmo. Estes eram os cães lá de casa. E ficavam: eles lá; nós aqui. Até que conheci esta menina que se tornaria minha esposa. Dentre as muitas transformações que ela fez na minha vida, uma delas foi a de mudar a minha relação com os cães.  Naquela época, O Giggio , um poodle médio que vivia na sua casa, recebia um tratamento tão especial como se fosse da família. Usava os sofás, passeava de carro, visitava clínicas e estéticas. Enfim, completamente diferente. Desde sempre, soube que, quando casássemos, teríamos um pequeno cachorro para "povoar" nossa casa. Apesar de estranhar, gostei da ide...

Montanha Russa Gerencial

O cotidiano de um gestor é semelhante a uma Montanha Russa. Altos e baixos. Podemos estabelecer infinitas analogias com este brinquedo. Subimos devagar, devagar, devagar. Teque-teque-teque. Parada. Despenca. Sobe rapidamente. Loopings. Pernas pro ar. Estômago nas costas. Tensão. Alívio. Isso acontece com nossos resultados, com o nível de motivação de nossas equipes, com nosso nível de tensão, com as contingências a serem resolvidas, com as questões associadas ao “fator x”.  Lembro que “fator x” é como batizei aquele elemento desconhecido, inerente ao ser humano, que sempre pode se revelar e nos surpreender, de forma positiva, ou negativa. Escrevi sobre isto um tempo atrás. O fato é que nossa rotina é justamente a não-rotina . Precisamos nos adaptar às necessidades do momento, da equipe, do cliente, da empresa. Estejam no ápice, estejam no vale. Há momentos de distribuir flores e chocolates; há momentos de disparar chumbo quente! Não há restrição em relação às flores! M...

Palavras Mágicas

Algumas vezes esquecemos a magia que envolve algumas palavras, e alguns gestos. Aprendi que, ao receber um elogio, sobre algo que temos, sobre uma roupa, ou coisa do tipo, um carro, ou outro objeto, devemos responder: “às ordens”. Mesmo que não esteja exatamente às ordens, e mesmo que a pessoa não ouse pedir, de fato, o objeto de seu elogio, trata-se de uma demonstração de generosidade. Lembro também quando meus pais me ensinaram que sempre, ao entrar na casa de alguém, pedisse “com licença”.  Estávamos na praia. As orientações não saíam da minha cabeça, e naquele mesmo dia na casa de um dos “guris” da rua, e não hesitei, entrei e soltei um: “- Por favor?”. (Ou “obrigado”, não lembro bem). Ainda hoje, quando lembro dou risada sozinho. Outra coisa que as pessoas perguntam é como você está. Perguntinha mais capciosa. “Bom dia, como você está?”. Não restam dúvidas, a resposta será: “Tudo bem, obrigado. E você?”. Fiquei aqui pensando quantas coisas falamos no dia-a-dia...

Novos Excluídos

Algumas opiniões não são novas. Algumas, não são inéditas, mas, talvez valha a pena continuar opinando. Hoje, alguns eventos no país, marcam o "Dia da Liberdade de Impostos". A propósito deste dia, alguns postos de combustível estarão comercializando o litro da gasolina, por até R$ 1,50. Isto é praticamente a metade do preço praticado em dias normais.  A diferença, é justamente a carga tributária incidente no combustível. Embora, haja um princípio "garantista" de que não poderia haver mais de um tributo sobre o mesmo fato gerador, nada impede que haja uma série deles sobre a mesma base de cálculo, como no caso dos combustíveis. Mas, veja, não é apenas nos combustíveis que a carga tributária é extremamente onerosa e abusiva.  Basta observar o fluxo de turistas e compradores nos free shopps de qualquer cidade de fronteira no RS.  Perfumes e bebidas chegam a custar menos de um terço do preço do que se pagaria num shopping em Porto Alegre. Verdadeiro absurd...

Incondicionalidade

Qualquer relação que iniciamos, vem sempre cheia de expectativa, cheia de esperança.  Não importa se é no campo afetivo, ou profissional; tampouco, importa se é uma relação amorosa, de amizade, ou mero coleguismo.  Em todas as relações positivas que iniciamos, permeia-nos a esperança de que todas as nossas expectativas sejam atendidas. Um profissional brilhante, com decisões firmes e coerentes, comprometido, que não erre, e seja entusiasmado e leal por todos os longos anos em que trabalhar por aqui.  O amigo fiel, companheiro, parceiro de churrascos, e de momentos de solidão. A esposa recatada, discreta, boa mãe, mas, avassaladora entre quatro paredes, sob os lençóis; excelente cozinheira, elegante, independente, ou dependente, enfim.  Os filhos, claro, muito bem educados, bons alunos, obedientes. Que façam suas orações antes de dormir, e, as filhas, especialmente, mantidas virgens para todo o sempre. Pois bem. Seu colega de trabalho, aquele estupendo profis...

Homenagem à Liberdade.

O Brasil tem suas cicatrizes, suas marcas de crueldade, de barbarismo.  Há 125 anos, por mera contingência histórica, foi promulgada a lei que "aboliu a escravidão" dentro do país. A escravidão, sem dúvidas, foi uma das piores doenças que experimentou-se em solo brasileiro. Claro, há que se compreender e se colocar dentro do contexto histórico. A escravidão remonta muitos séculos, e não foi prerrogativa apenas dos negros africanos.  Desde a antiguidade, e as expansões imperialistas, fizeram-se muitos escravos, de muitas etnias e povos. Subjugar os semelhantes, inclusive de maneira cruel e humilhante, fez parte do instinto humano.  Talvez ainda faça parte. Ainda há escravos por aqui.  Inclusive no Rio Grande do Sul. O Ministério Público do Trabalho, permanentemente atua em investigações e diligências para libertar pessoas, para devolver a dignidade a quem sucumbiu à escravidão moderna. Seja no campo, seja na cidade. Situações de escravidão, ou análogas à de e...

Nota de agradecimento às mães!

Hoje, no Brasil, é dia das mães. Portanto, cabe mais uma nota de agradecimento, ao menos! Sou um sujeito privilegiado, e, na minha vida, há muitas mães especiais... Sim, porque a mãe da minha mãe, a mãe do meu pai, a mãe da mãe do meu pai, todas, são, de certa forma mães, minhas mães também.  Conhecia a vó Maria, minha bisavó, vó do meu pai. Convivi um pouco com ela. Numa manhã, fiquei com ela no Hospital Banco de Olhos. Eu era um jovem motorista de 18 anos, e fiquei com ela naquela manhã. Simplesmente conversando. Ela me contou como era, por exemplo, a vida sem geladeira - nem sempre houve geladeira. A vó Maria nasceu no século retrasado, e, infelizmente, já faleceu há alguns anos. Ela era uma mulher à frente de seu tempo.  Criou os filhos praticamente sozinha. E trabalhou. E a vida das mulheres naquela época, especialmente as que trabalhavam, não era nada fácil. É interessante como excelentes exemplos encontramos na nossa própria história. Foi bom ter conhecido a "V...

Intolerância à lactose!

Meu cunhado espanhol, quando esteve no Brasil, mês passado, nos contou que tinha uma doença cada vez mais comum, que é a "intolerância a lactose".  Trata-se de uma irritabilidade no sistema digestivo, provocada pela proteína do leite. Tudo que tinha traços de leite, ou poderia ter, teve de ser suprimido do seu cardápio. Desde ontem, venho pensando, que, acabamos TODOS, sendo intolerantes à lactose. Não, nosso problema não é a proteína do leite; nossa doença não tem a ver com irritabilidade intestinal; tem a ver com a canalhice, com a safadeza, com a corrupção presente no leite! Falar em leite, agora me provoca náusea, enjoo.  Uréia, águal, formol e sal, agregados ao leite. Só? Duvido. Mas, não, não fico enjoado por conta disso. Minha alimentação não é das mais saudáveis do mundo, não tenho estas preocupações neuróticas. As vezes sucumbo a um bom e gordurento "xis calabresa com ovos", num trailerzinho fedorento. Além disto, em qualquer alimento industrializa...

Que "beicinho" que nada!

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Volto a falar sobre zagueiros.  A propósito, se o zagueiro Cris, do Grêmio, precisar de aula de um excelente zagueiro, bastar assistir a reprise do jogo Joinville e Santos, pela Copa do Brasil, ocorrido ontem, dia 08 de maio de 2013. Talvez, ele, o Cris, possa aprender como marcar forte, na bola. Talvez, possa perceber, como ser firme, austero, mas, leal. Bote certeiro. Velocidade. Falta quando necessária, no limite da "segurança". Baita zagueiro esse rapaz, o Rafael do Joinville. Dizem que o Neymar, do Santos, é a esperança do Brasil para copa. Esperança perdida, lamento.  Veremos o Neymar, muitas vezes, sentado, esperneando, reclamando, e pouco produzindo. Especialmente, se no time adversário tiver um zagueiro que jogue a metade do que joga este zagueiro Rafael. Não, não é coincidência, e sim, talvez eu possa ser um pouco tendencioso. Mas, o meu irmão Rafael ontem, jogou demais! Fato. O resultado do jogo, não revelou a verdade da partida.  O Santos venc...

Divórcio Corporativo

Não havia um só dia em que eles não discutiam. Não importava por qual motivo. A ironia transformava-se em ofensa. Da ofensa à agressão – verbal, apenas. Ela chorava em silêncio. Ele se refugiava no distanciamento. Não havia mais carinho, mais cumplicidade. A presença do outro causava incômodo, asco. Não havia mais nada do casal feliz que, outrora, havia jurado amor eterno. O que havia em comum era o sofrimento, apenas. Os dias, todos, tornaram-se cinzentos e pesarosos. Olhos permanentemente inchados, o aspecto sombrio e abatido. Ainda assim, alguém enxergou seus olhos castanho-amendoados, por trás da escuridão; alguém que lhe falava com doçura, com cuidado, com carinho. E ela, claro, apaixonou-se. Por outro. Não havia mais jeito, o casamento se desfez. Nas empresas, acontece a mesma coisa. Equipes que não conversam. Agressões mútuas. Cobranças desproporcionais. Pressão. Estresse. Sofrimento. Mais do que isto, o concorrente assedia, estende tapetes vermelhos, flores, s...

Churrasquinho perigoso

- Não Amor, não, eu não posso (...) Meu bem, eu estou trabalhando (...) mais tarde eu vou lá (...) sim, eu sei (...) eu estava aqui, almoçando com a minha mãe (...) também te amo. (...) tchau! E foi isso que ouvi da conversa daquela meu amigo, ao celular com sua esposa, enquanto almoçávamos numa sexta-feira. Eu não entendi porque ele disse que estava almoçando com a mãe, e não comigo. Aliás, conosco, estávamos em um pequeno grupo. Não entendi porque ele não revelou claramente que estávamos em nosso clássico e tradicional churrasquinho de sexta. - Tchê, não sei bem porque, só não quis contar que estava comendo churrasco durante a semana. Até hoje penso nesta resposta. E continuo sem entender. Este meu amigo é um sujeito do bem. Sujeito boa praça, meio kantiano,  não faz mal a ninguém. Bom pai, inclusive. Um pouco machista, é verdade. Mas, enfim, gente boa. Não entendia porque mentir a respeito de uma coisa tão irrisória e simples. Não por isso, mas, acabamos nos...

Indução ao Suicídio

Penso que as autoridades precisariam ter maior cuidado com a liberação do sinal de TV aberta para para prédios acima de quatro andares. Especialmente aos domingos. Penso que alguns programas, ou apresentadores, ou produtores, enfim, poderiam ser condenados à reclusão de dois à seis anos, enquadrados no Art. 122 do Código Penal. Num final de semana, é possível viver e experimentar uma série de emoções. A expectativa e excitação da sexta-feira à noite; aos sábados, a utilidade e senso de urgência da manhã, o descanso sem culpa da tarde, e os eventuais "embalos da noite". E no domingo, claro, passeio na Redenção, seguido de um bom e gordo churrasco, a sesta merecida antes do futebol das quatro; e a depressão costumeira que vem lá pelas seis. Ou não é verdade que o por de sol do domingo é o momento da mais pura e deprimente reflexão? Sim, é quando percebemos que o tempo passa; que o final de semana foi curto; que a vida tem sido curta; que somos velhos demais, ou jovens ...

Um reencontro de perder o fôlego.

Esta manhã tive um reencontro.  Fazia tempo que não nos víamos, que não nos encontrávamos. Estava com saudades. Vivemos tantos bons momentos, sempre senti grande prazer quanto estivemos juntos.  Verdade que não lhe tratei bem, que andei afastado.  Não sei bem porque, evitei estarmos juntos. A cobrança por este afastamento foi grande. Nosso encontro de hoje foi doloroso, perdi o fôlego. Literalmente. Continuo sentindo ainda os efeitos no meu corpo. Ainda bem que, atualmente, temos remédios pra isto! Antiinflamatórios e relaxantes musculares! Sim, hoje reencontrei o voleibol. Na verdade, o volei de duplas, na areia. Há uns vinte quilos atrás, e outros tantos fios de cabelo, tínhamos encontros semanais, quase diários. Sete da manhã de sábado, já estava pronto para reservar a quadra, a areia.  E lá ficávamos por horas, e horas. E quando já não aguentávamos mais, quando já estávamos prontos pra ir embora, ainda dava tempo para bater mais uma bolinha. Foi ...

Será que é "beicinho"?

Outro dia comentava sobre a "Vida de Zagueiro", e comparava a necessidade obrigacional que estes jogadores tem de não errar, em relação às demais posições. De certa forma, protegi esta função, de certa forma, defendi estes jogadores.  Mas, Ponte Que Partiu! Tudo tem limite... O que poderia ser entendido como firmeza, como autoridade, como "respeito", foi comprovado que não é nada além de estupidez, preguiça, ou má vontade. O zagueiro Cris, do Grêmio, no jogo de ontem comprovou o que demorei para acreditar, ele jamais poderia estar jogando no Grêmio. Qualquer um dos meus irmãos, seja o Cássio (zagueiro do Fortaleza/CE), ou o Rafael (zagueiro do Joinville/SC), são vinte e sete vezes e meia mais competentes e melhores zagueiros que o Cris. Estivessem ambos formando a dupla de zaga tricolor, minha noite teria sido mais tranquila. Garanto. Olha que não sou dos mais tendenciosos.  Ontem, o Cris estava marcando adiantado, quase no meio do campo na maioria das ...